
A velha fórmula deu certo: não mude muito o que você já fez e acrescente algumas novidades para fazer um continuação de sucesso. Podemos dizer que BioShock 2 bebeu dessa fórmula. Mas é claro que BioShock é muito mais que isso. Muito mais porque já nasceu espetacular, e, mesmo que não tenha mudado tanto em seu segundo título, tem uma herança excelente de seu antecessor e proporciona mais uma vez ao jogador uma grande experiência. Novatos têm mais uma chance de aprender sobre Rapture, e veteranos vão se familiarizar com facilidade à segunda jornada.
O mundo de Rapture
O mundo de BioShock é formado pelo sonho de Ryan, a cidade de Rapture. Mas com o declínio do local, o legado de seu criador, que antes ostentava uma alta tecnologia para a época, além de locais para se viver, trabalhar e divertir, transformou-se em um local decadente. O que antes era para a convivência, passou a regiões desoladas, cheias de perigos e armadilhas decorrentes do abandono e da ação dos Splicers – pessoas que usaram de maneira indevida os plasmids, elementos químicos que dão poderes aos seus usuários. Mas os Splicers acabaram se tornando “monstros”, capazes apenas de atacar o que encontrarem em seu caminho. Além dos Splicers, Rapture ainda possui seus guardiões, os Big Daddies. Com um número bem menor que no primeiro game, eles ainda batem firme seus grandes pés pelas ruas de Rapture, mas apenas atacam se forem amolados ou se suas Little Sisters, meninas que recolhem o Adam (droga que dá origem aos plasmids) dos corpos dos Splicers sejam atacadas. O jogador deve percorrer os caminhos, apontados geralmente por comunicadores, por pessoas contrárias a Lamb, atual mandatária do espólio de Ryan.
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